Culto de ação de graças dos 152 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil

A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) comemorou 152 da sua historia no pais, em um culto de ação de graças no dia 4 de agosto as 19h30 na Igreja Presbiteriana do Pirangi, em Natal, Rio Grande do Norte.
A comemoração teve a presença o Rev. Roberto Brasileiro, Presidente do Supremo Concílio da IPB, como preletor do evento e alem dele o Rev. Juarez Marconde – Vice-presidente, Rev. Ludgero Bonilha – Secretário Executivo e Presbítero Renato Piragibe – Tesoureiro. O culto teve as participações musicais do Coral da IP do Pirangi, Coral da IP do Alecrim e Grupo de Louvor da IP Cidade da Esperança.
O organizador do evento, Kalio Melo, diz que a expectativa de pessoas esperadas diminuiu este ano para 400 pessoas, pelo fato da comemoração cair em uma quinta-feira, “No culto de 150 anos da IPB tivemos um público de mil pessoas, e sabemos que por ser durante a semana esse número será menor”.
Para receber o público, além da estrutura do templo da IP Pirangi, haverá um espaço ao lado da igreja com telões transmitindo o culto, com capacidade para mais 500 pessoas.
O Culto de aniversário dos 152 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil será transmitido ao vivo pela Apecom, Agência Presbiteriana de Evangelização e Comunicação, no canal 2 (eventos), e no canal 24 da IP Memorial Natal.
Fundada pelo missionário Ashbel Green Simonton, em 1859 a Igreja Presbiteriana do Brasil ao longo do século 20, ganhou varias igrejas adeptas as heranças das tradições calvinistas, são estas: Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (1903), a Igreja Presbiteriana Conservadora (1940), a Igreja Presbiteriana Fundamentalista (1956), a Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil (1975) e Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (1978).
Fonte: Gospel+
Igrejas Católicas e Evangélicas se unem para criar “regras de etiqueta” para evangelização

Resultado de um trabalho conjunto de cinco anos da Aliança Evangélica Mundial (WEA), do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso (PCID) da Igreja Católica e do Conselho Mundial de Igrejas (WCC, siglas em inglês), será lançado na terça-feira, 28 de junho, em Genebra, Suíça, o documento intitulado “Testemunho cristão em um mundo multi-religioso: Recomendações para a conduta”. O principal foco do texto é a ética da missão cristã e a evangelização, assim como “a necessidade de cada cristão, cada igreja e cada organização cristã de viver e pregar o evangelho de acordo com a vida e os ensinamentos de Jesus”.
O acontecimento é considerado “histórico” pelos integrantes por seu conteúdo e porque esta “é a primeira vêz desde o século 16 que os 3 principais órgãos que representam quase todas os cristãos do mundo aprovam conjuntamente um documento para recomendá-lo aos respectivos dirigentes de suas igrejas e denominações.
O anúncio público será na sede do Conselho Mundial de Igrejas, com entrevista coletiva da qual participarão Dr. Geoff Tunnicliffe, diretor da WEA, o Cardeal Tauran, presidente do PCID, Dr. Olav Tveit, secretário-geral do CMI, e membros seniores da Comissão de Liberdade Religiosa e Teologia da WEA.
A íntegra do documento será disponibilizado para download no site das entidades, logo após a entrevista coletiva.
Fonte: Agência Soma
Brasileiros estão abandonando a Igreja Católica e indo para a Evangélica. Representação católica caiu para 65%
Os católicos correspondiam a 73,79% da população brasileira em 2000, mas vêm caindo, enquanto aumenta o número de evangélicos. A porcentagem de católicos, a ser confirmada pelo censo 2010 do IBGE, deve estar por volta de 65%.
“A evasão de fiéis é talvez o problema mais grave que a Igreja sofre na sua consciência. Não é, mas ela se pôs como se fosse o problema mais grave. Evasão para onde? Para as igrejas pentecostais e neopentecostais”, analisa padre João Batista Libânio, professor da Faculdade de Teologia dos Jesuítas, em Belo Horizonte.
Recentemente uma das maiores revistas do País publicou uma série de matérias em que fazia previsões para o Brasil em 2020. Em uma dessas publicações, a revista aborda o crescimento evangélico. “Estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica” daqui a 11 anos, segundo estatísticas do Sepal (Servindo aos Pastores e Líderes).
Ainda de acordo com a revista, “a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos”.
Se a debandada não é maior, é porque a Igreja Católica reage com leigos envolvidos nas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), movimentos carismáticos e instituições como o Opus Dei, de tendências diferentes, mas todos comprometidos com a fé.
As CEBs sobrevivem, mas estão em baixa, na avaliação do sociólogo Pedro Ribeiro de Oliveira, professor de mestrado em Ciências da Religião, na PUC – MG. “O prestígio delas é pequeno na hierarquia, mas continuam sendo uma referência para a sociedade, nas associações de bairros e movimentos de trabalhadores”, afirma. Há bispos que resistem às CEBs, mas a resistência não impediu que 80% do episcopado votassem a favor delas na última assembleia-geral da CNBB, em Brasília.
“As CEBs estão muito fragilizadas, assim como a Teologia da Libertação, que tem nelas sua matéria-prima”, concorda Frei Betto, partidário e um dos teóricos da linha social que marcou a Igreja após as conferências episcopais de Medellín (1968) e Puebla (1979). “Nos seminários, não há mais interesse pela Teologia da Libertação, que é analisada nas universidades como um fenômeno do passado.” Frei Betto lamenta, “porque o fundamento da Teologia da Libertação não é o marxismo, mas a existência da pobreza, que continua na América Latina e no Brasil”.
Fonte: Estadão
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